A ministra do Ambiente e Energia afirmou que a verba atribuída para esta segunda fase, de 60 milhões de euros, já está quase toda atribuída. “Ainda há verba. O número de pedidos é muito grande, está quase no fim do que nós tínhamos previsto”, comentou Maria da Graça Carvalho, citada pelo Jornal de Negócios. 

E notou ainda que a média dos montantes por candidatura está entre 700 e 800 euros, estando bem abaixo dos limites de 1.700 euros para famílias vulneráveis e de 1.100 euros para a classe média. Isso deve-se ao facto de as pessoas estarem a “concorrer só com um eletrodoméstico ou com dois, quando poderiam concorrer com três”, explica ao mesmo meio.

Perante a elevada adesão ao programa e a necessidade de elevar a eficiência energética no país, o Governo garante que vai abrir uma terceira fase do programa E-Lar nos primeiros meses de 2026, desta vez com apoio europeu, através do Fundo Social para o Clima. Mas se houver atrasos de Bruxelas, o Executivo garante que vai avançar com esta terceira fase com meio próprios. Note-se que estas duas primeiras fases do E-Lar foram financiadas com fundos do Plano de Recuperação e Resiliência, indica o jornal.

Fonte: Idealista
 
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